Prostituição: profissão ou estupro remunerado? (Aleteia)

“Os homens que pagam por sexo são viciados que usam o corpo das mulheres como droga.”

Prostituição: profissão ou estupro remunerado?

Alvaro Real

“Quando alguém da ONU for trabalhar em um prostíbulo, então eu darei ouvidos aos seus argumentos”, disse uma mulher que foi prostituta, referindo-se à nova entidade criada pelas Nações Unidas cujo nome é ONU Mulheres.

Mulheres resgatadas da prostituição criticam os organismos da ONU e a Anistia Internacional por tentarem descriminalizar esta prática, e insistem em que sua legalização levaria ao aumento do tráfico de meninas e transformaria os cafetões em legítimos empresários.

Rachel Moran, mulher que foi vítima da prostituição na Irlanda e autora do livro “Fui paga: minha experiência da prostituição”, questionou: “O que a Anistia Internacional está pensando?”. As declarações são consequência do vazamento do rascunho da ONU e da Anistia Internacional, no qual defendem a legalização do “trabalho sexual”.

As mulheres resgatadas criticam a criação de um “direito dos homens de comprar sexo”, e explicam que o termo “trabalho sexual” foi criado por cafetões radicados nos EUA, com o fim de normalizar a prostituição.

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