Comediante Russell Brand critica ‘acessibilidade da pornografia’ e seu discurso torna-se viral (Portal Guia-me)

“50 Tons de Cinza” – O ator afirmou que a pornografia prejudica a sexualidade e também a espiritualidade de qualquer pessoa.

Após o lançamento do filme “50 Tons de Cinza”, o ator, colunista e comediante inglês, Russell Brand se pronunciou contra a cultura da pornografia e o fácil acesso que todos podem ter a este material nos dias atuais. O discurso foi filmado e tornou-se viral na internet.

Segundo a Wolrd Magazine, Brand assumiu ter consumido pornografia quando adolescente, mas afirmou que na época, isto não estava a “apenas alguns cliques de distância”.

“Nossas atitudes em relação ao sexo tornaram-se deformadas e pervertidas e se desviaram da sua verdadeira função como uma expressão de amor e um meio para a procriação”, disse Brand. “A nossa aculturação – maneira como nos projetamos e nos expressamos – tornou-se muito, muito confusa”.

Ele continuou: “Agora só há icebergs de sujeira flutuante em todas as casas com Wi-Fi. É inconcebível ver um adolescente agora com este tipo de acesso [fácil] à pornografia. Deve ser estonteante e emocionante, mas corruptora de uma forma que não podemos sequer imaginar”.

Ao mesmo tempo, o Google voltou atrás em sua decisão de tornar a pornografia mais difícil de ser encontrada online nesta semana. A busca gera gigantes gráficos de pesquisa pelo material marcado como “adulto”, mas o site queria tornar o conteúdo disponível apenas para editores de site e outros que passassem pelos requisitos para conseguir acesso a fotos / vídeos pornográficos. Depois de uma reação pública gigantesca, o Google não irá mais adiante com esta mudança.

Brand disse: “É o que torna impossível para nós nos relacionar com a nossa própria sexualidade, a nossa própria psicologia e nossa própria espiritualidade. Pornografia não é algo que eu gosto, não é algo com o qual eu tenho sido capaz de fazer um compromisso de longo prazo para não olhar, e está afetando minha capacidade de me relacionar com as mulheres, de me relacionar comigo mesmo, com a minha própria sexualidade, a minha própria espiritualidade”.

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