Ministro na mesa-redonda sobre policiamento global (Jornal de Angola)

Ministro na mesa-redonda sobre policiamento global

A agência está focada em áreas-chave do crime como o terrorismo, abuso sexual de crianças e pornografia infantil, crime organizado, fugitivos internacionais, crimes cibernéticos.

O ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares, participou, no domingo, na cidade de Bali, Indonésia, numa mesa-redonda de policiamento global futuro, à margem da 85.ª Sessão da Assembleia Geral da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), aberta ontem.

O evento decorreu sob a égide da maior empresa de tecnologias da China, Huawei Lda e teve como objectivo a demonstração de meios e técnicas para o aumento da eficácia na prestação de serviços que permitam um policiamento de qualidade na prevenção e combate ao crime organizado, incluindo os crimes informáticos.

Em Bali estão mais de dois mil delegados de 160 países, membros da Interpol. Além de técnico-policiais, o encontro, que termina quinta-feira, serve para renovação de mandatos do presidente da Interpol, vice-presidente para a Europa, vogais para a América e a Europa e a eleição de sete membros para a Comissão de Controlo de Ficheiros, que se responsabiliza pelo processamento de dados pessoais e pela publicação dos mandados de captura internacional.

Angola apresentou a candidatura de um oficial sénior do Serviço de Investigação Criminal, para preencher uma das vagas na Comissão de Ficheiros. A Interpol é uma organização internacional de Polícia que, através da cooperação inter-policial, desenvolve acções para a aplicação da lei e localização de criminosos, incidindo a sua acção em áreas-chave no combate ao crime com destaque para o terrorismo, a lavagem de dinheiro, o crime organizado, o tráfico de drogas e de seres humanos, entre outros.

A Interpol tem186 membros e é uma agência internacional de Polícia que ajuda outras agências de aplicação da lei a localizar criminosos que operam em diferentes países. A base de dados da organização, os protocolos de comunicação e os alertas internacionais são peças vitais no combate ao crime internacional.

A agência está focada em áreas-chave do crime como o terrorismo, abuso sexual de crianças e pornografia infantil, crime organizado, fugitivos internacionais, crimes cibernéticos, incluindo roubo de identidade e de informações financeiras. Também monitora e combate o tráfico de seres humanos, o contrabando e venda de drogas ilegais, lavagem de dinheiro, crime ambiental, fraude e crimes contra a propriedade intelectual.

>Ver artigo original.

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail

Comentarios:

AlphaOmega Captcha Classica  –  Enter Security Code
     
 

*