Pornografia é reconhecida como “crise de saúde pública” por estados americanos (Guiame)

Pornografia é reconhecida como "crise de saúde pública" por estados americanos

Os estados de Virgínia e Dakota do Sul aprovaram resoluções que alertam para os perigos da pornografia, atentando para diversos malefícios como atividade sexual problemática e até distúrbios alimentares.

O Centro Nacional de Exploração Sexual (NCOSE) anunciou que Virgínia e Dakota do Sul (EUA) aprovaram resoluções que chamam a atenção para os efeitos nocivos da pornografia. As resoluções, semelhante a de Utah, no ano passado, reconhece os efeitos negativos da pornografia em uma escala pública.

De acordo com a NCOSE, essas resoluções ajudam a pavimentar o caminho “para maior conscientização e diálogo nacional” sobre a pornografia. E enquanto as resoluções não exigem financiamento ou uma nova legislação ainda, elas potencialmente farão coisas como proteger “crianças em escolas financiadas com dinheiro público e bibliotecas de serem involuntariamente expostas à pornografia” no futuro.

No dia 24 de janeiro de 2017, Dakota do Sul aprovou a Resolução Concorrente do Senado 4, com unanimidade em sua casa e senado. O documento chama a pornografia de “crise de saúde pública” e menciona vários problemas que cria para os indivíduos e as sociedades.

Entre esses problemas, a resolução afirma que pornografia “leva a baixa auto-estima e distúrbios alimentares” e leva a “maior atividade sexual problemática em idades mais jovens, e um maior desejo de se engajar em comportamento sexual de risco em jovens e adolescentes”.

Além disso, o documento também observa que “muitas vezes a pornografia serve como ‘educação sexual’ para crianças e jovens e molda seus modelos sexuais” e “geralmente ensina as meninas que devem ser usadas e os meninos a serem usuários”, além de “normalizar a violência e o abuso de mulheres e crianças”.

Por fim, o documento afirma que a pornografia “aumenta a demanda do tráfico sexual, prostituição, abuso sexual infantil e pornografia infantil”.

Se usada de forma excessiva, a pornografia pode causar danos ainda maiores como “doenças emocionais, mentais e médicas, formação de excitações sexuais desviantes, dificuldade para formar ou manter relações íntimas, diminuição do desenvolvimento e funcionamento do cérebro, comportamentos sexuais problemáticos ou prejudiciais e dependência”.

Além disso, a resolução argumenta que a pornografia tem um efeito prejudicial sobre as famílias, afirmando que “está ligada a diminuir o desejo em jovens de se casar, insatisfação no casamento e infidelidade”.

A resolução em Dakota do Sul indica o que a igreja tem sentido por muito tempo. Pode parecer um lento progresso, mas essas resoluções estão aumentando a conscientização e pavimentando o caminho para a ação no futuro.

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