Uíge garante maior protecção à criança
(Jornal de Angola)

Uíge garante maior protecção à criança

A vice-governadora do Uíge para o sector Político e Social reiterou o compromisso do governo provincial de continuar a defender e proteger os direitos da criança, plasmado na Constituição da República e na Carta Africana.

Valter Gomes | Uíge – Fotografia: Mavitidi Mulaza | Edições Novembro

Maria da Silva e Silva, que falava no acto de abertura da jornada da criança, comemorada sob o lema “Pela criança, Angola sempre comprometida”, sublinhou que as autoridades da província vão continuar a trabalhar no sentido de garantir melhores condições para as crianças, mormente a educação e a saúde, apesar da difícil situação económica e financeira que o país atravessa.

“Nada nos faz parar quando se trata de defender os direitos das crianças, uma vez que o futuro do país está sob sua responsabilidade. Por isso, exortamos a todos progenitores, encarregados de educação, professores e os que lidam com as crianças no sentido de cuidarem bem delas, tratando-as com amor, carinho e respeito”, sublinhou.

Para a vice-governadorado do Uíge para o sector Político e Social, a protecção dos direitos da criança é também um dever da família e da sociedade em geral, conforme plasmado na Constituição da República de Angola e na Carta Africana sobre os direitos da criança. “As crianças quando são bem-educadas apresentam bom comportamento em casa, na rua e em qualquer lugar onde estiverem inseridas.” A responsável esclareceu que a nível da província está a ser implementado o Programa de Municipalização da Acção Social, cujo objectivo é aproximar os serviços sociais aos grupos vulneráveis, baseado no princípio de prevenção, protecção e promoção (PPP).

No Uíge, disse, o programa é implementado de forma experimental em dois dos 16 municípios que compõem a província, para melhorar o funcionamento dos principais serviços sociais básicos.

Crescimento saudável

Numa mensagem lida na ocasião, as crianças pediram maior atenção dos pais e encarregados de educação, para que possam crescer num ambiente saudável e capaz de proporcionar um futuro promissor. “Precisamos de ser compreendidas, educadas para que tenhamos um futuro digno, por isso pedimos encarecidamente a vossa ajuda, para combater todas as formas de exploração que põem em perigo a vida das crianças. Referimo-nos à violência contra menores, trabalho infantil forçado, maus tratos, instrumentalização de menores, abusos sexual e outros males”, expressaram as crianças, em mensagem.

De referir que as direcções provinciais do Instituto Nacional da Criança e da Família e Promoção da Mulher têm realizado várias campanhas de sensibilização, que visam fazer com que a população comece a denunciar todos os que violem dos direitos das crianças.

>Ver artigo original.

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