Associação Médica Brasileira emite nota contra performance de homem nu com criança (Sempre Família)

Associação Médica Brasileira emite nota contra performance de homem nu com criança

Diferente do papelão protagonizado por personalidades midiáticas, os médicos se importam com a infância

A Associação Médica Brasileira (AMB) divulgou nota sobre a performance realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no qual uma criança tocava um homem nu.

Enquanto personalidades influentes da mídia se unem a “artistas” em entusiasmadas defesas públicas daquela bizarrice, é gratificante ver instituições de respeito mostrando coragem, bom senso e unindo-se à esmagadora maioria da população brasileira, para a qual decência e proteção da infância importam.

Recomendo curtidas e mensagens com elogios à iniciativa da AMB. É muito digna do nosso apoio.

Veja o que diz o texto:

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Com relação à La Bête, recentemente encenada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Associação Médica Brasileira (AMB) vem a público fazer um alerta:

– Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou neutra essa experiência.

– Evidências científicas comprovam que situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, mas positivas , desde que ocorram entre pessoas com perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura. Ou entre adultos e crianças cujo vínculo e convivência cotidiana definem esta experiência, de forma natural e sem caráter exploratório previamente determinado.

– Do ponto de vista do adulto (que se apresenta nu e disponível para contatos físicos com crianças) não se consegue alcançar o mérito dessa proposta e/ou sentido artístico, educativo desse roteiro teatral.
Recomendamos que pais e educadores se disponham a trabalhar a sexualidade de seus filhos e alunos, para lhes oferecer a melhor educação sexual, e os prevenir de situações inadequadas, as quais podem ter repercussões imprevisíveis, dependendo da vulnerabilidade emocional de cada criança ou púbere, mais até do que da intensidade da experiência.

Associação Médica Brasileira

>Ver artigo original.

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