O dia em que decidir orar (Eu Escolhi Esperar)

O dia em que decidir orar

Vivemos cercados de problemas, confusões, angústias e sofrimento. A tristeza perdura e pendura várias situações da nossa sociedade. E como se não bastasse, ele chega até a intimidade de cada ser. Entra e se aloja como se fosse a convidada de honra do momento. E tudo piora quando não oramos.

A oração vai além de abaixar a cabeça e recitar uns trechos ou frases automáticas. Tem a ver com a intenção do coração. É uma conversa com Alguém que está sempre disponível e faz questão de memorizar cada palavra que é dita. Subestimamos o poder de conversar com Deus. É a última tentativa – na maioria dos casos. De algum lugar dentro de nós, acreditamos sermos capazes de resolver algo ou elaborar um momento inesquecível.

É comum sofrermos em algum instante no processo da espera. E está tudo bem. O sofrimento é a própria condição da existência, afinal, só quem vive é quem sofre. A grande questão é: o que você faz quando o sofrimento surge? A quem você recorre? Quais métodos utiliza? Vindo de nós, meros seres humanos, tudo há de ser paliativo. Não somos capazes de pensar em soluções permanentes. Isso se dá porque nossa natureza é incapaz de ver algo em sua total plenitude. Não pensamos com os olhos e corações na eternidade.

Sentimos falta de algo ou existe um incômodo na alma. E, muitas vezes, não sabemos como descrever essas sensações. Mas há algo sobre a oração e se deixamos de acreditar nisso, no fim não sobrará nada. Costumo dizer que existe apenas um problema com a oração: Deus escuta. Por isso é preciso saber orar. Está correto em pensarmos que podemos falar com Deus sobre qualquer coisa. Mas não de qualquer jeito. A Bíblia fala em Eclesiastes 5, versículo 2: “Não seja precipitado de lábios, nem apressado de coração para fazer promessas diante de Deus…”.

Orar com a convicção de que Deus faz! “Está é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, Ele nos ouve”. (I João 5:14) Não precisamos dizer palavras ditas. Existe aquele lamento da alma que é quase indescritível. E mesmo assim, Deus ouve. Qual o segredo da oração, então? Seja sincero e esteja atento ao que Deus vai lhe dizer.

Insistimos e clamamos. Queremos que nossas vontades sejam atendidas, semelhante a uma lâmpada com gênio mágico e poderoso. Entretanto, Deus é relacional. Não é um caixa que você pode ir a qualquer hora e retirar os “pontos” e “prêmios” que conquistou frequentando Sua casa aos domingos à noite. Mas a oração não muda quem Deus é. Ela transforma quem somos.

Seja lá o que for que te incomoda, não demore a buscar Quem pode te ajudar. No dia em que decidi orar de forma sincera e contando para Deus os detalhes do que me angustiava, Ele respondeu. E eu não consegui mais parar. Ele anseia por estabelecermos com Ele uma amizade íntima e profunda. E Ele já fez a parte Dele, deixou Jesus morrer por nós. O que resta para nós, então? Buscar o coração Dele. E o primeiro passo para isso é dobrarmos os joelhos.

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