Quando não há mais culpados pra nossas culpas!
(Eu Escolhi Esperar)

Quando não há mais culpados pra nossas culpas!

São 17 horas de uma sexta-feira. O banco o qual estamos sentados é frio, duro e desconfortável. O calor e a sensação de estar num local abafado é horrível, não somos culpados e estamos num julgamento injusto.

Injusto pois falhamos porque faltou um pouco mais compreensão de minha mãe/pai/amor sobre meus problemas e por isso “explodi”. Falamos palavras que ofenderam, pois fomos provocados, humilhados e caluniados. Agora como réus neste tribunal da vida, o justo juiz deve ver que todas nossas ações são respostas a atos que fizeram conosco.

O juiz levanta-se, sua voz é firme e temerosa, todos mantém o silencio. Ele diz: Todos vocês poderiam ter dado a outra face, ter suportado as calunias calados. Porém aceitar isso é considerar-se pequeno e fraco!

Todos calam.

Diante dessa afirmação não a culpa era de cada um dos réus, pois poderiam ter aceitado padecer calados.

Nossa vida é assim. Procuramos sempre algo que amenize nossa culpa, algo que justifique nossos erros. Tenho encontrado pessoas as quais sempre tentam esconder seus erros sobre as falhas alheias. Onde sempre encontra-se “Eva que tu me destes”. Reconhecer que nossas ignorâncias, falhas e atitudes erradas, poderiam ser diferentes revela que precisamos de ajuda. Aponta pra restauração em Jesus, pois todos são réus que não podem defender-se.

Todos somos réus confessos pegos em flagrante, pois o pecado é manifesto em nossos comportamentos. Porém Graças a condição que deveríamos ter Jesus teve sobre ele. Então devemos lembrar que não há nada adicional que posso fazer por defessa própria. Apenas devemos aceitar a graciosa e bondosa intervenção divina.

Indo além, devemos esquecer que o Justo Juiz busca centralizar o julgamento sobre nós, mas sobre o pecado e nesse caso ele recai sobre Jesus. Ora, sendo assim todo merecido é apenas a Jesus que assume a culpa e ao Juiz por ser justo em julgar condenado o pecador. Indo alem é perfeito, pois os pecadores confessos são inocentados do pecado, desde de que entenderam que some em Jesus poderiam ser salvos da condenação.

Todos somos réus, diante de um justo juiz onde demos admitir nossas culpas sem desculpas e avançar adorando ao Juiz e sua sentença que condena o filho por nos amar e nos salva do cárcere eterno por querer eternamente ao seu lado.

Deixo essa reflexão:

Grande parte da nossa preocupação em dar desculpas vem de não conseguirmos realmente acreditar no perdão, de acharmos que Deus poderá nos rejeitar se não ficar satisfeito e que podemos tirar algum tipo de vantagem da situação em nosso favor. Mas isso não seria perdão. O perdão real significa olhar com firmeza para o pecado (o montante de pecado que restou sem qualquer desculpa), depois que todas as concessões forem feitas, e encará-lo em todo o seu horror, sujeira, maldade e malícia, e, ainda sim, conseguir reconciliar-se totalmente com a pessoa que o praticou. É isso e somente isso que significa o perdão, e podemos obtê-lo de Deus sempre que pedirmos.

C. S. Lewis

>Ver artigo original.

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