Masp retira proibição para menores em ‘Histórias da Sexualidade’ (VEJA São Paulo)

Masp retira proibição para menores em ‘Histórias da Sexualidade’

Crianças e adolescentes podem visitar à exposição a partir de amanhã (8), acompanhados dos pais e responsáveis

Por tatianeassisabril | Foto Experiência nº 3, trabalho de Flávio Carvalho, presente na mostra Histórias da Sexualidade (Acervo Biblioteca e Centro de Documentação MASP/Divulgação)

A proibição da entrada de menores de 18 anos na exposição Histórias da Sexualidade foi retirada hoje (7) pelo Masp. Em nota à imprensa (leia a íntegra abaixo), o museu comunicou que revisou a classificação etária que era “restritiva” e passa a ser agora indicativa. Na prática, agora crianças e adolescentes podem entrar no museu, desde que acompanhados dos pais ou responsáveis. A alteração, que passa a vigorar amanhã (8), seguiu orientações da Nota Técnica da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério nº 11/2017/PFDC/MPF, publicada ontem (6).

Seguindo a orientação estabelecida pela Nota Técnica da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal nº 11/2017/PFDC/MPF, publicada em 6 de novembro , o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP revisou a classificação etária de 18 anos para a exposição Histórias da Sexualidade, que deixa de ser restritiva e passa a ser indicativa. Desse modo, menores de 18 anos poderão visitar a exposição desde que acompanhados por seus pais ou responsáveis.

Histórias da Sexualidade foi aberta no dia 19 de outubro sob clima tenso. Havia o temor de que a exposição fosse o novo alvo dos protestos que atingiram instituições culturais, como o Mam em São Paulo. Na vernissage, aberta ao público, muitos visitantes adentraram à instituição com adesivos em favor da liberdade de expressão. O medo se transformou em curiosidade e até o último domingo (5), mais de 31 000 pessoas tinham visitado à exposição.

POR DENTRO DA MOSTRA

A exposição, em cartaz até 14 de fevereiro de 2018, é composta por 300 trabalhos que abordam temas como desejo, erotismo, corpo e gênero. A seleção conta com 130 artistas nacionais e internacionais como Pablo Picasso, Édouard Monet, Edgard Degas e Francis Bacon, que dividem espaço com Anita Malfatti, Flávio Carvalho, Leonilson, Jac Leirner, Adriana Varejão e Rivane Neuenschwander.

Um dos trunfos da exposição é colocar artistas conhecidos ao lado de outros poucos quase anônimos. Em uma das paredes do núcleo Voyerismo, por exemplo, estão obras de Toalete (Fernande), tela do consagrado espanhol Pablo Picasso, e Mulher de Costas, trabalho do artista popular pouco conhecido Moacir Soares Farias, de Goiás.

>Ver artigo original. (AVISO: Imagen “gatilha”)

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