Freiras vão à justiça e conseguem fechar clube de strip tease vizinho de convento (Sempre Família)

Freiras vão à justiça e conseguem fechar clube de strip tease vizinho de convento

Caso ocorreu nos Estados Unidos; uma curiosa lei municipal foi a carta na manga das religiosas.

Equipe Sempre Família

Uma comunidade de freiras do estado de Illinois, nos Estados Unidos, conseguiu na Justiça o fechamento de um clube de striptease próximo ao convento. A batalha judicial se desenrolava desde 2012, e o trunfo das irmãs de São Carlos Borromeu foi uma lei municipal que proíbe a posse de licença para a venda de bebidas em um raio de 100 pés (30,48 metros) de uma igreja.

A ação teve seu desfecho em dezembro, quando as autoridades de Stone Park Village retiraram a licença do clube para a venda de bebidas alcoólicas, tendo por base, além da lei, o histórico de atividades ilegais promovidas pelo estabelecimento no passado e constantes queixas da vizinhança.

As freiras e a vizinhança reclamavam de violência, bebedeira, barulho e lixo jogado na rua nas proximidades do clube, incluindo garrafas vazias de uísque e cerveja, camisinhas usadas, cigarros e bitucas, seringas usadas, além de um excessivo movimento à noite em uma área residencial.

O que estava em debate era se, de fato, o prédio das irmãs poderia ser considerado uma igreja. Havia também o questionamento se o prédio estava tão próximo assim do clube. A ordem assinada pelo prefeito Beniamino Mazzulla esclarece que a propriedade das irmãs deve ser considerada como um todo na medição da distância do clube e que o prédio do convento inclui três capelas.

A propriedade das irmãs faz divisa com o clube e inclui uma casa de repouso para 15 religiosas mais velhas, uma escola para noviças e uma residência para as irmãs à frente das atividades da congregação.

A Thomas More Society, uma ONG de advocacia de interesses da população, foi que levou à frente o caso. “Por que um clube de strip escolheria se estabelecer em uma área residencial, perto de um convento, é algo que absolutamente não entendo”, frisou a conselheira especial da ONG, Joan Mannix. “Não poderíamos estar mais satisfeitos com o fim do clube. Estamos felizes que as irmãs e os seus vizinhos agora podem viver sem os efeitos profundamente negativos de ter um club de strip a passos de suas casas”.

Com informações de Church Militant.

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